segunda-feira, 9 de maio de 2011


A vida é uma caixinha de surpresas mesmo. Um dia, por mais que você planeje todo o seu dia, a sua semana e a sua vida como um todo, alguma coisa dará errado (ou certo).
Tem certas coisas que não temos controle, por isso não podemos planejar quando irá acontecer. O amor é a prova maior disso.
Um dia ele acontece e aí ou você vive sem planejar e deixa "acontecer" ou refaz todos os seus planos baseado em um plano frustrado. 
O amor em sua forma de maior ardor, o amor-paixão nos muda. E nos faz querer o que jamais sonhamos em querer. Planejar o amor é impossível, planejar uma vida toda mais ainda.
Um dia uma pessoa irá fazer com que você jogue (ou queira) todos os seus planos pro ar e recomece!



"Deixa acontecer naturalmente... deixa que o amor encontre a gente."

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Eu vivi durante boa parcela da minha vida dentro de um casulo.
Um casulo bem escuro que não me deixava ver o que estava dentro de mim, era como se o casulo tivesse insulfilm ao contrário.
Eu podia ver as pessoas, mas não podia ver o que se passava dentro de mim, até que um dia eu conheci um novo "eu". 
Ele veio através de um furacão que estraçalhou o insulfim, me deixou desabrigada de casulo e  me fez olhar pra dentro de mim...
Um furacão, penso eu, não tem o intuito de deixar pessoas sem teto, matar outras, deixar outras sem familia e outras consequências ruins que deixa, porém, ele é um furacão e o papel dele é esse. 
Assim como humanos, ele não pôde escolher sua natureza, é o que é.

Tive que escolher entre viver sem meu casulo ou deixar-me à deriva. 
Eu escolhi viver sem meu casulo e fazer-me pertencer à vida que eu, felizmente ou infelizmente não escolhi ter. 
Eu vivo-a! E sou-a!
“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis”.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,

Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,

Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... ...tive medo de perder alguém especial

(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!

E ainda vivo!

Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,

Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E
A VIDA É MUITO
para ser insignificante" 

Charles Chaplin

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ontem ouvi algumas da muitas músicas que marcaram minha infância. Não que elas tenham perdido a "graça" mas percebi que não são mais como antes.
Pensei que o problema seria apenas com as músicas, fui até meu quarto e olhei pra certas "lembrancinhas" que guardo em uma caixinha que já não cabe mais nada. Tudo estava ali, misturado. E, já na tinha mais graça.
 Então, me deitei e comecei a pensar nas pessoas que tinham sido importantes pra mim. Em sua maioria perderam a enorme importância, salvo meus familiares; o amor que eu sentia por elas se não morreu, transformou-se.
É estranho isso, como se ao longo de nossa vida tudo morresse e fosse embora.
Em um momento não tão lúcido pensei que a cada dia que nos deitamos pra dormir morremos, e quando nos levantamos para um novo dia nascemos de novo. 
Será?
Ou será que quando dormimos matamos ao invés de morrermos?
Será?
Que saudade!
Saudade daquilo que não volta mais, saudade da fé, da esperança, do viver.
Saudade das decisões, do tempo frio e fechado, do cheiro, do suor,
dos risos, das lágrimas, dos abraços...
Do cheiro de café pela casa...

Saudades das suas vaidades, na época motivo de riso.
Saudade das graças, das vidas, do "não saber",
saudade mais ainda do "querer saber".

Saudade de sonhar em ser gente, de gritar, de brincar...
De ensinar, de ser ensinada, de brincar de profissão, de sonhar com 5, 10 anos a mais...

Saudade, daquele tempo que não volta mais e que dele só tenho saudades!









Ao meu sempre querido pai. =)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Os pingos estão postos nos "ós", os "ís" permanecem sem pingos. 

Mas, se não há pingos nos "ís" e eles estão nos "ós" o que fazem dos "ís" verdadeiros "ís"?

Tudo é relativo.
Um dia tudo é azul, no outro tudo é colorido, e em alguns outros dias da vida tudo é negro. Em certos dias acordamos e tudo é monotonia e em outros acordamos e dormimos pessoas diferentes.
Os dias mudam, o viver mais ainda.
A vida permanece!
Tem dias queremos que a vida possua um novo colorido, mas ela continua alí escura ou de uma cor neutra. Pensamos que a vida é por si escura e que há uma "nuvem" que escurece tudo, e não percebemos que a nuvem somos nós. 
Nós temos as cores em mãos e a vida não tem "poder" por si só de pintar o nosso mundo, quem o faz somos nós. Isso é difícil de se perceber. Fica mais fácil colocar a "culpa" em algo do que culpar a nós mesmos. Por isso precisamos de Deus.